quarta-feira, 24 de junho de 2009

Davi de Michelangelo - corpo perfeito


Uma obra que exibe um corpo perfeito.










É dificil contemplar uma obra dessas e não perceber a perfeição deste corpo. É uma das obras máximas do renascimento. Muito lembrada pelos detalhes e a perfeição do corpo da estátua, que se encaixa perfeitamente no padrão de beleza atual.
Abusrdamente nítida a herança grega.













quinta-feira, 18 de junho de 2009

Sábado 20 de Junho!

'Corpos que Cantam, Encantam e Contam Histórias...'

Oara de Jesus trabalha há anos com educação, arte e moda, entrelaçando-as, tecendo-as numa cumplicidade criativa e envolvente. A inquietude, e o desassossego perante a realidade, levaram-na a buscar na moda, o centro das reflexões. Suas obras, tanto plásticas, quanto produções e oficinas de moda dão claro sinal da grande preocupação com o desenvolvimento humano.

Oara de Jesus é Mestre em Ciências da Linguagem (discussão central:Corpo,Moda,consumo,publicidade) pela UNISUL (Universidade do sul de Santa Catarina, Florianópolis.) e especializações na área da moda, tais como a de especialista em produção e Criação de Moda pela UDESC (Universidade para o desenvolvimento de Santa Catarina, Florianópolis.), além de estar há anos trabalhando e assessorando instituições como Senai/SC, onde idealizou e implantou a Pós-Graduação em Moda (Moda e Comunicação, atuando como coordenadora e professora até o momento), também coordena a Pós-Graduacão: Negócios do Vestuário - A Distância, além de professora do técnico, ministrando a disciplina história da indumentária,arte e da moda, produção de moda, Pesquisa de moda e estudo da linguagem visual. Participou na produção de vários eventos de moda nesta mesma instituição; compôs a equipe responsável pela implantação dos cursos de Graduação em Moda nas Universidade Univali (Universidade do Vale do Itajaí); elaborou e implantou o curso de moda na Unifebe (Centro Universitário de Brusque, Sta. Catarina, atuando como coordenadora) – nestas universidades ministrou as disciplinas: Sistema da Moda e História da Indumentária e da moda; na Univille (universidade da região de Joinville), ministrou a disciplina Arte na Moda. Nessas instituições participou de várias orientações acadêmicas.

Participante ativa na área da moda em Santa Catarina, além das atividades acadêmicas referidas, há tempos vem atuando através de artigos em jornais, congressos e proferindo oficinas e palestras, tais como: 1 – Corpos que Cantam, Encantam e Contam Histórias; 2- Vitrine e comunicação; 3-tendências comportamentais; 4 – moda e comunicação.

Grande disseminadora e defensora das ideias relacionadas à moda no estado catarinense, enfatiza que tanto para Santa Catarina, bem como outras regiões brasileiras, devemos partir para um contato mais direto, humano, uma socialização da moda no sentido de capacitação e profissionalização, um outro olhar! Para tanto, e se utilizando do estrito relacionado à moda e com exemplos extremamente práticos e conceituais, busca com seu trabalho e pesquisas dar subsídios para os profissionais da área, trazendo os envolvidos para a realidade. Buscar compreender este homem difuso (humano, consumidor e consumido), na sua relação indústria, social e mercadológica. Na atual conjuntura mundial, enfatisa Oara de Jesus, impera um modelo de dominação política, cultural e econômica, na qual a palavra ‘competitividade’ alimenta quase todas as ‘construções’ do homem, torna-se gênero de primeira necessidade o exercício constante do ser criativo que habita nosso corpo subjetivo, possibilitando a materialização de nossos sonhos e projetos. É necessário encontrarmos dispositivos internos e externos que fomentem e reelaborem o nosso repertório interno traduzindo nossos atos e gestos em novos movimentos repletos de possibilidades. Captar e absorver os movimentos gerados por todos os setores sociais, transformando-os em ações e estratégias que posicionam a empresa, exige do homem contemporâneo um auto-desenvolvimento contínuo, estando sempre conectado com o presente e o olhar voltado para o futuro.

Leia a dissertação da autora: Corpo e Moda: Mediações Imagéticas para o consumo e 'liberdades possíveis' (http://busca.unisul.br/pdf/86015_Iascara.pdf)

Oara também é artista plástica, sendo a arte de divulgação sua obra.

Faça sua inscrição enviando e-mail para historianos.art@gmail.com com nome, endereço e telefone, ou na hora.
Não perca!

R$ 5,00

(vale apenas para este encontro)
O dinheiro será revertido para o livro e documentário
que estão sendo desenvolvidos durante o Ciclo de Discussões
CLIO NO CIO. O participante que comparecer
a três encontros estará recebendo um livro ao final
de CLIO NO CIO.

Obs.: Haverá Certificado.

Deixe a Clio fecundar você!


terça-feira, 16 de junho de 2009

Comilança

Te comer.

Te comer.

Comer.

De uma ponta a outra,

de um jeito desantropofágico.

Desdeglutir tua dor e teu parto.

Tua carne, tão tua que a mim

chama, é falácia.

É perdão de um pecado inexistente.

Que não sente, que não geme,

mas goza do puro prazer desconhecido.

Da ideia de nada pensar,

mas tudo sentir.

Te comer, comendo.

Sentindo aquilo que teus punhos guiam.

Agir sem pensar.

Um comer de bicho, de dentes e unhas.

Um corpo perene de dor, de espreita,

de hora certa, de ataque.

Investir.

Te comer pensando, andando.

Comer tua aura, tua sabedoria, teus dias.

Mastigar.


Por Dani Martins: http://www.flickr.com/danimartins

"Visual é tudo, atitude não é nada!"

Para entar no clima acerca do tema a ser discutido no primeiro encontro, Daniel Bambinetti nos enviou esse vídeo:


quinta-feira, 11 de junho de 2009

Mostra em Munique celebra 150 anos do nu artístico



A exposição "Nude Visions - 150 anos de imagens de corpos na fotografia", em um museu de Munique, no sul da Alemanha, conta a história do nu artístico na fotografia através das décadas.

Com cerca de 250 trabalhos de seu acervo, a mostra do Münchener Stadtmusem procura investigar os limites entre arte, sensualidade e pornografia.

Aberta até dia 13 de setembro, a exposição é organizada cronologicamente, trazendo um panorama que vai de 1855 até 2005.

As peças mais antigas são datadas do início da história da fotografia, na metade do século 19. Essas obras, entretanto, não tinham um fim artístico - eram produzidas para servir de apoio ao estudo de pintores, desenhistas e escultores.

Essas primeiras experiências, desenvolvidas dentro de ateliês, trazem pessoas em trajes históricos, em poses inspiradas em motivos da antiguidade e do renascimento e retratam tanto homens, como mulheres e crianças.

Somente no começo do século 20 é que o gênero ganha vida própria, se transformando em obra de arte, com diversas correntes.

Os anos 20 e 30 marcam o começo das experiências com perspectivas, distorções e ângulos mais arrojados.

Os movimentos de vanguarda nos anos após a Primeira Guerra Mundial desconstruíram e fragmentaram o corpo humano através de exposições múltiplas e contrastes fortes de claro e escuro.

Nas décadas posteriores, os retratos de nus foram ganhando o glamour, tomando as páginas de revistas de moda e conquistando estrelas de cinema.

Uma imagem que já entrou na memória coletiva é a de uma lasciva Marilyn Monroe clicada em 1962 pela câmera do fotógrafo Bert Sterns.













Ensaio da Noite

Personalidade?

Beli Lessa

Ela estava a sós. Comprou um batom de tom magenta, um novo micro-vestido, outro belo par de salto-alto-bico-fino. Apreciou o impulso consumista, sem denominar-se como tal. A simplicidade era parte extremista de sua personalidade. Personalidade? Ressentida, refreada, conformada. A casa estava silenciosa, o asfalto suava quente e as pessoas pareciam cimentadas. O velhinho, vizinho da frente, varria a poeira e contemplava o desenho que pairava no ar. Ela também contemplou. Abriu a veneziana e se imaginou encenando um típico romance policial americano, espiou respirando como a protagonista do filme. Contornou as partículas que dançavam no vento, saiu da janela e confortou-se em sua cama. Seu colchão era peculiar, diferente de todos os outros em que ela já havia despido o corpo. Era de manhã, era hora de dormir, era hora de celebrar a noite no dia, era hora de sonhar.
A noite tem sido fria, sombria, tal como o calor do dia. A noite não brilhava mais como quando na sua infância, as estrelas estavam acanhadas, a lua escondia-se, a noite estava mesmo, escura. Ironicamente escura. À noite ela não tem nome, muito menos sobrenome, é ela. Ela. Submetida pelo sol, ela se chama Clara. Clara, ex-esposa, ex- doméstica, ex- fiel. Estava cansada da fidelidade, da conduta das relações, da sua personalidade. Personalidade? Ressentida, refreada, conformada.
Naquele dia, sonhou algo que a fez gargalhar por horas quando acordou: Ela está apaixonada por uma mulher, elas se entreolham, acarinham-se, a mulher vai embora. Logo aparece um rapaz jovem, um rosto andrógino, ela indaga sobre a possibilidade de ver seus órgãos sexuais, ele amigavelmente aceita. Ela está de costas para ele, sentada por sobre suas partes íntimas e de repente vira-se para então fitar os olhos, franze a testa e o nariz. Não se parece nada com o que até então tinha visto nos canais de pornografia, pensa sem falar para ele, como se nunca tivesse olhado para o pênis de alguém. Ela gosta do termo pênis, sempre ressalta o coitado. Pinto, pau, bigulim o deixa pequeno e tímido. Mas em sonhos não é possível controlar, ela está estupefata com aqueles músculos sem pêlos, sem movimentos, sem vida. O que há? Ele pergunta o motivo e ela rapidamente responde, como num jogo de pergunta e resposta, eu gosto de mulheres. É, eu também gosto de homens, ele diz. O sonho acabou, ela acorda, suada pelo calor do dia, tremendo pela veracidade das imagens, gargalha, risos incontidos. Este sonho não fazia parte de sua personalidade. Personalidade? Ressentida, refreada, conformada. Bebe água, muita água para repor as energias, é um novo dia para ela, é o fim do dia para outros.
Comeu bolinho de carne dormido que comprou na padaria pela manhã. Levantou-se, vagueou pela casa, reparou nos retratos sobre a mesa, abriu a geladeira e notou-a vazia. Voltou para o quarto e logo foi ao banheiro para tomar uma ducha, que nem era ducha. Aprendera falar ducha quando trabalhou em uma casa, lá eles tinham a infeliz mania de corrigir seu português ou como ela julgava, corrigir sua maneira simples de dizer as coisas. Ela se perguntava agora, enquanto estava sobre a privada, por que as pessoas são tão escravas da língua. E nisso estava lavando seus cabelos, programando o serviço que ela declarava livre, autônoma, e ainda recebia um bom preço. Ao menos poderia pensar em um dia voltar a estudar e quem sabe, comprar livros e depois até escrever livros. Um dia ela assistiu a um programa do Jô Soares, uma das entrevistadas havia dito que para ser alguém na vida, se pôs a ler compulsivamente. Clara, porém, só havia lido O Doce Veneno do Escorpião, e alguns poucos livros de auto-ajuda. Não importava a quantidade, o que a impulsionava era sua vontade, vontade de reconstruir uma personalidade. Personalidade? Ressentida, refreada, conformada.
Terminou o banho, ou a ducha. Vestiu sua lingerie minimalista, depois o pequeno vestido. Sombreou as pálpebras, escureceu as sobrancelhas, e por fim contornou os lábios carnudos com o batom de tom magenta. Pegou sua bolsa, depositou nela o mínimo que precisava, observou no relógio do celular, eram 18:33. Quase a hora de ir, quase a hora de trabalhar duro. Pensou em assistir um pouco da novela, ou qualquer coisa que pudesse alimentar seu vazio por aquele instante, e então resolveu mesmo é vestir as novas sandálias, que saciavam um velho sonho de consumo. Naqueles poucos minutos, sentada na cadeira da cozinha, recordou-se de Uma Linda Mulher, e cantarolou mexendo os quadris Priri uoman, ólquin daum de striiit. Era a própria Julia Roberts, já que ela não lembrava o nome da personagem. E assim caminhou até a porta, deu seu Check-up final na casa, trancafiou a fechadura, escondeu a chave no velho lugar, fez o sinal da cruz, como de costume. Era de sua personalidade. Personalidade? Ressentida, refreada, conformada.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Carmelita

Ela era a coisa mais linda que surgiu em toda minha vida. Ela era como um sonho, como uma Vênus que se conserva com o tempo. Ela era a sabedoria. Rude. Mas eu gostava de tudo isso. Gostava de sofrer? Não sei. Essas coisas não se gostam, acontecem.

Sincera ao ponto de descobrir suas fraquezas. Às vezes é até sorridente. E quem não é às vezes? Mas nem sempre.

Como eu gostava quando sorria para mim. Como minha boca salivava. Instigada pela curiosidade de um sonho tão doce, tão doce... Como eu gostava de quando ficava braba.

Era engraçada. Pequena como eu. Dava até para dizer que era uma prima mais velha. Não era isso que eu queria. Era outra coisa. Então não poderia ser minha irmã ou minha prima. E o tremor, o que era aquele tremor? Era bom? Era ruim? Não sei. Mas era. Se abrisse todo seu sorriso pra mim. Toda a perna. Todo peito aberto esperando afago. Se me olhasse como se me molhasse... Era uma sensação totalmente diferente de tudo que já havia sentido antes. Muito mais forte.

Necessitava de coragem. Para enfrentar tudo que fosse possível pelo meu amor. Nunca tive tanta vontade de dizer oi meu amor. Não poderia. A falta de intimidade dá uma coisa estranha na gente. Uma coisa que dá vontade e é reprimida.

Imagino. Só imagino: a língua macia, os seios fartos, as ancas largas, a barriga corpulenta, os braços, os cabelos gostosos, as unhas bem feitas, a pélvis gorda e molhada, os pêlos, todo o resto. O que conversaríamos, como amaríamos. Os lugares que apresentarei, para ficarmos sem pudor. “ Me tirou de um mundo que eu nunca estive e me colocou em outro completamente diferente.” ( de um livro que já nem sei mais). Me tirou deste mundo sem me tocar. Só com o olhar. Só com a voz sempre do mesmo tom. Macia. Viva a voz e a virilha macia para admirar a vida!

Andava entristecida, pois achava que experimentara tudo de novo neste mundo. Até que fiz minha nova descoberta do meu novo eu. Encontrei um motivo. Para continuar na vida minha busca pelo prazer. Minha vida voltou a ser um conto de fadas. Só não posso repartir com alguém.

De dentro de uma redoma de sabão, pronta para explodir.

Te amo como uma loucura que não é minha

Que me pertenceu algum dia

Aqui jaz no meu corpo

Para me condenar

Te amo como se ama uma vez

Vezes repetidas

Que não me canso

Espero algum dia te dar

Te amo cmo se ama por inteiro

Como se dorme

Como se bebe

Devagar

Te amo baixinho

Sussurrando

Mastigando

Como se amor é coragem

Por Ale Gomes: www.sobrecoisaselugares.blogspot.com

sexta-feira, 5 de junho de 2009

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Kid Abelha

1984 - Álbum Seu Espião

Pintura Íntima:





Como eu quero:



Fixação:



1985: Educação Sentimental



Música interpretada por Leoni.

1987 - Tomate

No meio da rua:

1989: Kid

Todo meu ouro:

1991: Tudo é permitido

No seu lugar:

Lolita:

Toda menina já foi Lolita na vida
Não por amor, mas por desejo de poder
praticar a crueldade e se satisfazer
Sexo fácil, companhia e prazer

É mais fácil seduzir
um homem-lobo perverso
do que destruir
um coração incerto

Você pensou que me ensinava
Bebia na fonte da juventude
Mas era eu que bancava o jogo
Mas era eu que possuía seu corpo

Toda menina já foi Lolita na vida
Não por amor, mas por desejo de poder
praticar a crueldade e se satisfazer
Sexo fácil, companhia e prazer

Preencho meu tempo
com a sua vontade
Preencho seu tempo
com a minha idade

Você pensou que me ensinava
Bebia na fonte da juventude
Mas era eu que bancava o jogo
Mas era eu que possuía seu corpo

Você pensou que se divertia
sabia como me dominar
mas era eu que sabia fingir
mas era eu que te fazia sonhar

1993: Iê Iê Iê

Mil e Uma noites:
O sexo que fazemos
É pura categoria
O sexo que fazemos
É digestão, fotografia
Perna forte e braço forte

Mil e uma noites
De recordes mundiais
Profissionais, transcendentais
Improvisados, propositais

Mil e uma noites
Contando segredos
Não temos corpo perfeito
Sabemos usá-lo bem

Delícias permentes
Viol6encia e prazer
Nessa hora sou estranha
E desconheço você

O Beijo:


1996: Meu mundo gira em torno de você

Te amo prá sempre:


1998: Autolove

Eu só penso em você:

2001: Surf

Eu contra a noite:


2005: Pega Vida

Poligamia:

Meus amores me querem inteira
Em qualquer posição
Meus amores não marcam bobeira
E eu não fico na mão...

Escritório, supermercado
Banco de condução
Todo canto é apropriado
Eu nunca digo não...

Abaixo o enguiço dos neurônios
Abaixo o desperdício de hormônios
Prazeres já temos de menos
Produtos já temos demais...

Vamos ficar, vamos fazer
Vocês e eu, eus e você
Vamos gozar, vamos viver
Vocês e eu, eus e você...

O amor o sorriso e as flores
Paraíso de Dante
Meus amores não são
Implicantes
Com meus outros amantes...

Corcovado ou escada rolante
Tudo isso convém
Todo homem merece um harém
Toda mulher também...

Abastece de óleo os neurônios
Esquece o monopólio de hormônios
Prazeres já temos de menos
Ciúmes já temos demais...

Vamos ficar, vamos fazer
Vocês e eu, eus e você
Vamos gozar, vamos viver
Vocês e eu, eus e você...

Eutransoelatransa:

Quando quero preciso transar
Quando transo preciso querer
Quando amo preciso falar
Quando falo preciso amar

Quando paro preciso pensar
Quando penso preciso parar
Quando transo preciso querer
Quando quero preciso transar

Eu tenho todas q quero
Ela quer todos q tem
Eu sou o seu quero-quero
Ela é o meu tem-tem

Eu prefiro no chuveiro
Ela no elevador
Eu tento ganhar dinheiro
Ela só vive de amor

Ela conta a vida em festas
Eu sonhando andar com fé
Ela quer blindar o carro
E eu só ando a pé

Ela vai de pinga e gim
Eu sou mais um guaraná
Ela ouve guinga e jobim
Eu obladi-oblada

ENCONTRO DE ALMAS

ENCONTRO DE ALMAS

Fátima Venutti

Eis-me aqui,
A garimpar os tesouros de minha memória.
Eis-me aqui, solitária,
A esboçar os sonhos que outrora comunguei.
Eis-me aqui, em silêncio
A pernoitar no vazio deste meu templo
Vagando, buscando...
Já não mais creio em que busco...
Em vão...

Segundos me bastam
E eis-me em ti,
A despertar os teus tesouros, tuas memórias.
Eis-me em ti, presa
E a descobrir que sou o teu eixo
Desperto os teus sonhos, único desejo.
Eis-me em ti, ecoando
A cada segundo o meu nome.

Já não estamos sós:
Eu em ti,
Tu em mim.
Um único templo.







terça-feira, 2 de junho de 2009

Num Corpo só




Eu tentei mas não deu pra ficar
Sem você enjoei de tentar
Me cansei de querer encontrar
Um amor pra assumir seu lugar

Eu tentei mas não deu pra ficar
Sem você enjoei de esperar
Me cansei de querer encontrar
Um amor pra assumir seu lugar

É muito pouco
Venha alegrar o meu mundo que anda vazio, vazio
Me deixa louca
É só beijar tua boca que eu me arrepio
Arrepio, arrepio

E o pior
É que você não sabe que eu
Sempre te amei
Pra falar a verdade eu também
Nem sei
Quantas vezes eu sonhei juntar
Teu corpo, meu corpo
Num corpo só

Vem
Se tiver acompanhado esquece,vem
Se tiver hora marcada esquece, vem
Vem
Venha ver a madrugada e o sol que vem
Que uma noite não é nada, meu bem

repete a última estrofe

Eu tentei mas não deu pra ficar
Sem você enjoei de esperar
Me cansei de querer encontrar
Um amor pra assumir seu lugar

É muito pouco
Venha alegrar o meu mundo que anda vazio, vazio
Me deixa louca
É só beijar tua boca que eu me arrepio
Arrepio, arrepio

E o pior
É que você não sabe que eu
Sempre te amei
Pra falar a verdade eu também
Nem sei
Quantas vezes eu sonhei juntar
Teu corpo, meu corpo
Num corpo só

Vem
Se tiver acompanhado esquece,vem
Se tiver hora marcada esquece, vem
Vem
Venha ver a madrugada e o sol que vem
Que uma noite não é nada, meu bem


Vem
Se tiver acompanhado esquece,vem
Se tiver hora marcada esquece, vem
Vem
Vamos ver a madrugada e o sol que vem
Que uma noite não é nada, meu bem